O goleiro Júlio César - para quem vive no mundo da lua: é o goleiro da seleção brasileira “há séculos” e é “só” o atual melhor do mundo- em entrevista coletiva quando perguntado sobre o que ele achava da bola da Copa, mal deu tempo do repórter terminar de fazer a pergunta e ele já respondia: “horrível!” Mais tarde, ainda acrescentou que a bola “parecia daquelas compradas em supermercado”.
Quem também não aprovou a tal Jabulani foi o goleiro da seleção Chilena, Cláudio Bravo. Para ele, “a bola lembra muito a do vôlei de praia. Corre mais que uma bola normal e tem uma textura especial que com água fica impossível de agarrar. São essas coisas que complicam ainda mais a vida do goleiro”, completou Bravo.
Na entrevista que você pode conferir abaixo, Júlio César ainda comenta, de forma descontraída, as várias questões que prejudicam os goleiros, dentre elas: a maldita “paradinha” e a Jabulani.
Depois de Júlio César, Luís Fabiano, Júlio Baptista e Felipe Melo, também criticaram a bola desenvolvida para a disputa da Copa do Mundo na África do Sul.
O atacante Robinho também brincou sobre o assunto e afirmou que a Jabulani deixou sua finalização mais forte.
"Nós chutamos e ela ganha uma força enorme. Eu não tenho tanta força no chute, mas estou me sentindo como o Roberto Carlos", sorriu o atleta, lembrando da potência nas batidas do lateral esquerdo do Corinthians.
Apesar de insatisfeito, o 'Rei das Pedaladas' tratou de se conformar com a bola, mas sem deixar de alfinetar. "É muito ruim, mas vou fazer o quê? Quem fez a bola nunca jogou futebol. Talvez seja mais difícil para os goleiros".
Enquanto a fabricante da bola se diz surpresa com as críticas, vários jogadores da seleção brasileira reclamaram da Jabulani. Felipe Melo foi até irreverente, afirmando que é como "patricinha, que não aceita ser chutada".
No amistoso diante do Zimbábue, na quarta-feira, o Brasil terá mais uma oportunidade para se adaptar à bola da Copa.
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